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terça-feira, 12 de março de 2013

Sai Ricardo Oliveira, chega...

Ricardo foi de salvador da pátria no final do primeiro turno a crucificado no início do segundo (LeiaJá)

Ricardo Oliveira não é mais técnico do Central Sport Club. Como se costuma dizer, não vai ter o prazer de comer o bacalhau norueguês do Armazém Lacerda nessa semana santa. Em nove jogos, foram cinco vitórias, um empate e três derrotas. Nada mal, se as quatro partidas sem resultado positivo não fossem justamente as quatro últimas.

Com o prazo para contratações e reformulações no elenco se encerrando hoje, o jeito encontrado pela diretoria para dar a esperada "sacudida" no grupo foi a troca de comando, como bem falou o diretor de futebol Adriano Coelho. Futebol é resultado, quando é positivo, vai pra conta do grupo, quando é negativo, vai pra conta do técnico. Simples assim.

Em contato com a imprensa, Humberto
se disse aberto a conversas
Ontem após a partida, o amigo Sérgio Pepeu e eu prevíamos a demissão e já tratávamos de discutir quem seria o novo comandante alvinegro. Deixando nossas sugestões sonhadoras de lado, havia o rumor de que Adriano Coelho poderia buscar outro treinador com quem trabalhou no sul no país. Mas logo o diretor de futebol tratou de frisar que pretende anunciar até amanhã, dia 13, um nome que conheça o futebol local.

Como já é de costume, as especulações começam a correr soltas pela mídia e entre os torcedores. E dois nomes aparecem com mais força. Humberto Santos, atual treinador do Pesqueira, teria a preferência da direção. Bem articulado, o ex-zagueiro ainda inicia na carreira de técnico, mas já vem demonstrando muita sobriedade com sua organizada equipe neste Pernambucano. Humberto teria a simpatia de muitos em Caruaru justamente por ter vestido o manto centralino enquanto jogador.

Celso Teixeira acaba de ficar livre de
vínculo e teria perfil que agrada
Outro nome levantado é o de Celso Teixeira, que passou pela Patativa em 2012. Celso tem um estilo mais rígido e poderia ser o nome ideal para a tal sacudida desejada. Para viabilizar ainda mais a especulação em torno do treinador, Celso Teixeira acertou sua saída do Flamengo do Piauí na manhã de hoje. Em sete jogos pelo Campeonato Piauiense, conseguiu três vitórias, dois empates e duas derrotas, chegando a um aproveitamento de 52%, deixando a equipe na terceira colocação. Polêmico, acumulou também duas expulsões por excesso de reclamação contra a arbitragem.

Independente de quem seja contratado, o novo técnico dificilmente chegará a tempo de comandar a equipe na sexta rodada, já nesta quinta-feira. Por isso, os trabalhos até lá devem ser comandados em conjunto por Guilherme Bérgamo e o ex-lateral e meia Fabiano, que havia anunciado a aposentadoria como jogador na última semana e assumirá interinamente contra o Serra Talhada.

Fabiano deixou os gramados na última semana e vinha atuando como auxiliar de Ricardo Oliveira.
Deve comandar equipe na quinta-feira diante do Serra Talhada (Imagem: Linha de Frente)

segunda-feira, 11 de março de 2013

Futebol de segunda

Brigas entre torcidas têm prejudicado os
verdadeiros torcedores nos estádios
 (Imagem JC/Online)
O fim de semana centralino foi de abstinência de futebol. Graças aos lamentáveis episódios de violência registrados nos nossos estádios recentemente, o Ministério Público de Pernambuco começou uma caçada contra as torcidas organizadas e determinou que os três clubes da capital estão proibidos de jogar no mesmo dia no Recife. Por isso, a 5ª rodada foi dizimada. O Náutico jogou no sábado, o Sport ontem e o Santa Cruz entrará em campo hoje, segunda-feira, para enfrentar a Patativa no encerramento da rodada.

Quem acordou neste domingo na ânsia de um domingo comum de futebol, se decepcionou, pagou o pato por quem não sabe torcer. Prejuízo para o nosso adversário, que em uma segunda-feira não conseguirá ter o mesmo público que teria jogando no fim de semana. Para nós, que estamos um pouco mais distantes, o benefício da transmissão pela TV fechada. O canal Premiere transmite ao vivo a partir das 19h50 de hoje.

Em campo, os três pontos valem a tranquilidade para os treinadores das duas equipes. Ricardo Oliveira precisa da vitória para trazer a paz de volta ao dia-a-dia alvinegro. Com a sequência de três jogos sem vitória, alguns torcedores ensaiaram alguns protestos contra a diretoria nos treinos do Central na última semana. Com o bom desempenho do time no primeiro turno, o torcedor tem afirmado que a queda do rendimento se daria por fatores extra-campo.

Derrota hoje pode colocar em
dúvida o trabalho de Matelotte
No time Coral, Martelotte precisa recuperar sua equipe da derrota sofrida na última partida disputada no Arruda, contra o Salgueiro. O tricolor está na terceira colocação e deixar de pontuar em mais um compromisso em casa seria ver os rivais Náutico e Sport se distanciando na tabela.

O apito ficará por conta do alagoano Francisco Carlos. O árbitro é bastante questionado por seu desempenho abaixo da média. Só em 2011, Ceará, Grêmio e Atlético/PR fizeram representação contra o árbitro por partidas em que ele teria influenciado no placar. No Brasileirão do ano passado, Francisco Carlos arbitrou o jogo entre Internacional e Palmeiras no Beira Rio, quando o atacante palmeirense Barcos fez um gol de mão e o árbitro anulou o gol com base em informações externas, o que é proibido.

Ao longo dos anos, a Patativa criou uma rivalidade com o Santa Cruz pelas inúmeras vezes em que complicou pra cima do tricolor da capital. A expectativa de Ricardo Oliveira é de, mais uma vez, conseguir um grande resultado jogando em Recife, semelhante ao que foi feito diante do Náutico no primeiro turno. E foi justamente quando enfrentou esquemas montados em contra-ataques que o Santa Cruz sofreu na temporada, sendo eliminado da Copa do Nordeste em casa diante do Fortaleza. 

Para vencer o jogo de estratégia contra
o tricolor, Ricardo aposta em novas
armas para o ataque.
Para reforçar o poder de fogo alvinegro, Ricardo deverá promover a estréia dos atacantes André Nunes e Tavares. Outra novidade é a volta do meia Tallys, recuperado de lesão. Mais do que voar adiante, a Patativa precisa começar a acertar a bicada e os homens de frente voltar a balançar a rede. E não há adversário melhor para recuperar o Central senão o Santa Cruz. E quando tem transmissão pelo Premiere, então, a gente já sabe: essa Patativa se amostra!

AVANTE PATATIVA

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Razões Alvinegras para acreditar no título do primeiro turno

Expectativa de bom público e muita
festa nas arquibancadas para mais
uma conquista alvinegra
Imagem: Diário de Pernambuco
Daqui a pouco menos de 24 horas a Patativa entrará em campo valendo vaga na Copa do Brasil. A vaga virá junto ao título do primeiro turno, que será centralino caso o alvinegro vença o Ypiranga nesta quarta-feira, no estádio Luiz Lacerda, e o Náutico tropece diante do Belo Jardim, em jogo que também acontecerá no agreste pernambucano. Ainda que o Náutico vença, o Central levará o título se conseguir tirar a diferença de um gol de saldo. 

Além da qualidade da equipe centralina, outros motivos empolgam o torcedor. O Belo Jardim também entra motivado pela possibilidade de ser campeão do turno. Isso acontecerá caso o Calango vença o Náutico e o Central perca para a equipe do Ypiranga. Futebol para complicar o Náutico, o Belo Jardim tem. O alviverde tem a melhor defesa do primeiro turno, tomou apenas três gols. Além disso, está invicto jogando em casa. Para os que gostam de avaliar o retrospecto, no ano passado o Belo Jardim acabou com o Náutico no Sesc Mendonção e venceu por 2x0.

Se na partida onde o torcedor alvinegro estará de olho, há motivos para acreditar que o resultado virá, vale então voltar as atenções para a própria Patativa. No grupo centralino, confiança é a palavra de ordem. Concentrados desde a segunda-feira, os jogadores estão empolgados com a chance de participar de mais uma conquista do clube e deixar seus nomes na história do clube. O treinador Ricardo Oliveira deu entrevista ao Globo Esporte reiterando esse tom de confiança: 
Treinador Ricardo Oliveira confiante na
sua primeira conquista em Pernambuco
Imagem: Pernambuco Press

- Essa vaga na Copa do Brasil e na Série D é um objetivo para todos nós aqui. Eu disse aos meus atletas que eles tinham que acreditar na vitória contra o Náutico lá dentro. Acabou acontecendo. Temos que acreditar em nós mesmos. Agora, o próximo passo é acreditar que esse primeiro turno é nosso. E vai ser.

O discurso pregado pelo treinador é importante, já que antes de tudo o Central precisa esquecer os demais resultados e focar na busca pela vitória diante do Ypiranga. Os atletas vão precisar de determinação para vencer não só as dificuldades impostas pelo rival de amanhã, mas também para se concentrar no jogo e deixar de lado a complicada arbitragem de Gilberto Castro Júnior. O árbitro ficou marcado pela péssima e suspeita atuação na partida entre Central e Santa Cruz, pelo Pernambucano 2011, onde a Patativa foi garfada em pleno Lacerdão. 
Gilberto Castro Júnior: árbitro prejudicou
 a Patativa em 2011 e não agrada
Imagem: JC Online

Não é surpresa que justamente ele tenha sido escalado para a decisão alvinegra. Polêmicas à parte, a expectativa é de bom público e muita festa amanhã no Monumental da Avenida. Que o torcedor vá a campo para apoiar a equipe acima de tudo e que possamos ver um espetáculo em campo. E que da mesma forma seja em Belo Jardim e o primeito turno seja decidido, de fato, em campo. 

Se valendo da tradição, em 2002 a primeira fase do Pernambucano também foi minguada pela participação de alguns clubes na Copa do Nordeste. A Patativa se fez forte e foi campeã da intitulada Copa Cidades de Pernambuco - Taça Governador Jarbas Vasconcelos. Na ocasião, não havia nenhum dos tradicionais rivais da capital na briga, mas para o torcedor isso pouco importa. O que importa é bola na rede amanhã e mais um título conquistado com sangue, suor e lágrimas.

Então que vença o melhor. Que vença o Central.
Avante Patativa!


Taça Cidades de 2002 foi nos mesmos moldes do primeiro turno deste ano. Serve de inspiração
Imagem: Sérgio Pepeu/Facebook



domingo, 17 de fevereiro de 2013

Náutico 0 x 1 Central: Cadê o caldeirão?

O futebol até dá espaços para a sorte e acontecimentos ao acaso, mas, no geral, tudo é questão de trabalho, comprometimento e união. A Patativa foi ao Recife neste sábado disposta a deixar a briga pelo primeiro turno ainda mais parelha, e conseguiu. Com uma postura tática impecável, a equipe soube defender com tranquilidade os rápidos ataques do Náutico e explorar os contra-ataques no talento do trio ofensivo formado por Tallys, Fumaça e Jonathan Goiano. Foi a fórmula perfeita para bloquear as investidas do líder e furar a defesa de uma equipe que não costuma perder em casa.

Não costuma perder, mas perde. Tradicionalmente, o Central sempre complicou a vida do Náutico, sendo a terceira força do estado durante a década de 80 e deixando o alvirrubro para trás. Mais uma vez, não tomamos conhecimento do modesto clube da capital e jogamos um futebol de igual para a igual, porém com mais aplicação e melhor postura. Nada que Vagner Mancini fizesse seria capaz de parar o Carrossel Caipira formado por Ricardo Oliveira.

A equipe mostrou nítida evolução e percepção do trabalho imposto pelo novo técnico, que chega a sua terceira vitória em três jogos no comando da Patativa. Era o que faltava para um grupo com espírito de vitória, união e humildade. Os ingredientes ideais para que se construa um time campeão. O Náutico, que costuma usar a força da torcida como fator diferencial, apequenou-se ontem nos Aflitos e viu o Central ser o grande da noite. 

A morna torcida alvirrubra não foi capaz de empurrar uma equipe que se jogar do outro lado da Rosa e Silva, perde. E é por isso que a Patativa tem grandes chances de sair com o título do primeiro turno na quarta. O verdadeiro caldeirão, o alvinegro, deverá ferver em festa. É bom lembrar que da última vez em que o Central entrou em campo em um jogo decisivo e precisando torcer contra o Náutico, o nosso adversário era o mesmo Ypiranga da próxima quarta, o ano era 2007 e a última rodada valeria o vice-campeonato estadual e a consequente vaga na Copa do Brasil. Deu certo, vencemos o freguês Ypiranga e vimos o Náutico, em pleno caldeirão "xôxo", tropeçar diante do Vera Cruz. Coincidências que nos fazem acreditar que venceremos outra vez.

O JOGO
As flechas alvinegras foram, de fato, alvinegras neste sábado. O uniforme prata ficou no armário e a Patativa foi a campo com a tradicional camisa preta e branca. A defesa armada pelo arqueiro Ricardo Oliveira foi composta pelo capitão Ítalo, Gustavo e Paulo Vítor. Teve uma atuação perfeita, segurando o veloz ataque alvirrubro e passando orientação para a saída de bola da equipe. Quando a defesa não foi capaz de segurar o adversário, o goleiro Rodrigão esteve lá para pegar tudo o que chegou a sua meta. A cabeça de área foi formada por Cléber e Diego Góis, que marcaram com maestria e fizeram muito bem a ligação entre defesa e ataque. Fernando Pires e Carlos Lima podem ficar fora da equipe que não farão falta alguma. Foi dos pés de Diego Góis que saiu o forte chute em cobrança de falta que fez o goleiro alvirrubro bater roupa e espalmar a bola nos pés de Tallys, que flechou para o gol e garantiu o resultado para o alvinegro patativa. 

Com liberdade para atacar, os alas subiram e apoiaram bastante o meia Tallys na criação. Pela esquerda, Júlio César vem mostrando bela evolução a cada partida e levou muito perigo ao gol adversário em chutes de fora da área. Já Tiago Araújo, na direita, não foi o mesmo da última rodada. Ficou perdido na marcação e viu o Náutico fazer todas as investidas de ataque em suas costas. No apoio foi pouco objetivo. 

Na armação, Tallys acabou com o jogo. Fez o que quis, esbanjou futebol e demonstrou bem o que é esse grupo na comemoração do gol. Com um largo sorriso estampado na cara, escancarou felicidade junto com o volante Cléber e mostrou que o combustível da equipe está justamente na alegria em jogar e vencer. O ataque esteve perfeito em campo, com Fumaça prendendo a bola e explorando suas jogadas individuais e Jonathan Goiano correndo o campo todo de forma incrível. Que gás tem esse garoto. Só não jogou no gol, de resto, esteve em todos os lugares do campo.

Parabéns ao grupo de jogadores e comissão técnica. Jogo fantástico!


Assista aos melhores momentos da partida na reportagem da TV Replay, com Edvaldo Magalhães:

O

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ricardo Oliveira muda esquema e Central vai pra cima do Chã Grande com três atacantes

Na tarde desta terça-feira o técnico Ricardo Oliveira comandou coletivo apronto no Lacerdão, visando a partida diante do Chã Grande nesta quarta (13) pela sétima rodada do Pernambucano Coca-Cola 2013. A equipe titular, que já estava definida desde o treino de ontem, foi confirmada com a atividade de hoje e vai a campo com algumas modificações em relação ao time que venceu o Petrolina na última rodada.

A primeira mudança será no esquema tático, que passará para o 4-3-3, já que Ricardo Oliveira não poderá contar com Luiz Fernando no setor de meio-campo. O meia, que sofre de miopia e astigmatismo, precisou passar por um tratamento de visão e será poupado para o confronto desta quarta, mas estará a disposição para encarar o Náutico no fim de semana. Outro poupado será o volante Cléber, que vem sentindo um desconforto muscular desde a última semana e ficará livre para se recuperar visando o próximo compromisso, que deverá selar a campanha da equipe Centralina no turno. Por fim, o zagueiro Paulo Vítor está suspenso pelo terceiro amarelo e será substituído por Ítalo, que retorna ao time titular.

No mais, a equipe forma com os mesmos atletas que iniciaram a partida contra o Petrolina e vai a campo com: Rodrigão, Tiago Araújo, Gustavo, Ítalo e Júlio César; Carlos Lima, Fernando Pires e Tallys; Fumaça, Jonathan Goiano e Luiz Carlos.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

O perfil de Ricardo Oliveira

Novo treinador centralino já comandou atividade
na tarde de hoje no Lacerdão
Foto: ASCOM Central
Ricardo Oliveira, alagoano, 52 anos, foi volante de várias equipes pelo Nordeste, como CRB/AL, CSA/AL e Campinense/PB, além de ter passado pelo próprio Central Sport Club. Com estilo aguerrido em campo, tornou-se auxiliar do treinador Roberval Davino após o término da carreira. Com Davino, aprendeu a passar aos grupos com os quais trabalhou a garra típica do volante cão de guarda que foi quando jogador.

Com uma experiente carreira de técnico que já ultrapassou os dez anos, Ricardo já esteve à frente de grandes clubes de Sergipe e Alagoas, sendo, inclusive, campeão sergipano de 2009 comandando o Confiança. Um ano antes, em 2008, trabalhou no Ceilândia/DF junto com o atual gerente de futebol da Patativa, Adriano Coelho. O treinador destaca-se também no trabalho de base. Em 1999, comandou o Primavera de Indaiatuba/SP, revelando jogadores como André Leone (zagueiro ex-Goiás e Sport), Alex (meia ex-Corinthians e Internacional) e Corrêa (volante ex-Palmeiras, atualmente no Atlético/MG). 

Ainda no futebol paulista, participou da campanha que levou o Guaratinguetá/SP da Série A3 para a Série A2 do estadual em 2004. Segundo informações que o BlogCentralino conseguiu apurar em contato com a imprensa paulista, Ricardo ainda hoje é lembrado com alegria pelos torcedores e dirigentes do Guará, pelo trabalho feito com muita seriedade que marcou uma arrancada da equipe que viria a disputar a Série B do Brasileiro algumas temporadas depois.

No ano passado, o treinador voltou a comandar o Ceilândia/DF, porém o bom trabalho foi interrompido antes do término do estadual graças a divergências com o então gerente de futebol do clube Candango, Adelson de Almeida. Na época, o treinador acusou o gerente de interferência em seu trabalho e pediu demissão do clube, mesmo com a equipe, que contava com nomes como Dimba e Iranildo, liderando sua chave no Campeonato Candango.

Ricardo Oliveira fará sua estréia no futebol Pernambucano. Em Caruaru, reencontrará um parceiro com quem teve identificação, justamente por terem estilos semelhantes. Ricardo quer, ao lado de Adriano, selar a parceria conseguindo classificar a Patativa não só para a Série D deste ano, mas também para a Copa do Brasil e Copa do Nordeste da próxima temporada.

Ricardo Oliveira trabalhou com Adriano Coelho no Ceilãndia/DF
Imagem: Arquivo Ceilândia EC 2008
Clubes por onde passou:
Alagoas: CRB, CSA, CSE, Corinthians e Coruripe
Sergipe: Confiança e Sergipe
Distrito Federal: Ceilândia e Legião FC
São Paulo: Guaratinguetá, Primavera, Águas de Lindóia, América de Rio Preto e Osasco

Ricardo Oliveira é o novo técnico da Patativa

A diretoria agiu rápido e apresentou no início da tarde de hoje o novo treinador do alvinegro patativa para a sequência do Pernambucano. O alagoano Ricardo Oliveira, que por muito tempo foi auxiliar de Roberval Davino e tem no currículo boas passagens por Sergipe/SE e Confiança/SE, além de um reconhecido trabalho de base no interior de São Paulo, chega para trabalhar novamente com o gerente de futebol Adriano Coelho, com quem esteve no Ceilândia/DF há algumas temporadas.
Abaixo segue o link de mais uma excelente matéria da TV Replay, com o repórter Edvaldo Magalhães cobrindo a apresentação do novo comandante centralino.
Ainda hoje, o blog traz uma matéria especial sobre o treinador Ricardo Oliveira.

Clique e veja os detalhes da apresentação de Ricardo Oliveira.