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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Central bate o Chã Grande e está de volta ao Brasileiro

Não foi o espetáculo que a torcida gostaria de ver. A Patativa se embaraçou com um adversário na média deste estadual e conseguiu a vitória somente com um gol de pênalti, convertido por Andrezinho ainda no primeiro tempo. Independente das circunstâncias por onde o jogo correu, o mais importante é voltar a disputar o Campeonato Brasileiro. 

A grande dificuldade de ontem foi a falta de mobilidade no setor de criação, principalmente por que Luiz Fernando e Tallys se alternavam na cobertura da cabeça de área para preencher a lacuna de um time que entrou em campo com três zagueiros e apenas um volante.

O esquema proposto por Leivinha teria encaixado se algum dos zagueiros trabalhasse na função de médio-defensivo, o que foge das características dos beques alvinegros. Some-se a um ataque pouco produtivo e mais uma vez tivemos uma equipe perdida em campo.

Se não deu para encher os olhos, ao menos foi o suficiente para a equipe se mostrar aguerrida e ganhar de vez uma identidade com o torcedor. Após um Pernambucano de altos e baixos, o grupo garantiu a classificação para a Série D com uma rodada de antecedência.

Mais um capítulo da reafirmação nacional do Central será escrito em breve e o planejamento começa de agora. Se a direção entender de uma vez por todas que o sucesso do time dentro de campo passa necessariamente por estar com as contas em dia, as perspectivas para o restante da temporada serão as melhores possíveis.

Acompanhe os melhores momentos da partida na reportagem da TV Replay:

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Patativa entra em campo para garantir vaga na Série D

A dois passos do paraíso.

Apenas dois pontos separam o Central da quarta divisão nacional.

Com 100% de aproveitamento contra os pequenos, é hora de vencer mais uma e assegurar a vaga.

Nos bastidores, houve quem falasse que o clube estaria desprovido de recursos para o Brasileiro.

Mas como se o clube nadasse em mar calmo nas finanças, a direção resolveu abrir os portões para hoje.

E quem abadonou o alvinegro nos momentos mais difíceis, voltará com a cara lavada.

O Monumental tem hora marcada para ferver.

Às oito da noite, o Chã Grande vem a Caruaru já com sua missão cumprida.

Ainda sonha com a Série D, mas falta fôlego.

A permanência na elite pernambucana já é comemorada na cidade.

O foco já é na busca por estruturar seu modesto estádio para receber os jogos do próximo ano.

Pelas bandas do Lacerdão, Leivinha acerta na formação mas erra no time.

Vai de 4-4-2, mas com o improdutivo Pimenta na frente.

No meio, Tallys retorna e é promessa de bom futebol.

Cléber e Tavares continuam no DM.

E o torcedor continua confiante.

O time mostrou nesse octogonal que a má campanha do segundo turno teve seus motivos fora das quatro linhas.

Acordamos tarde demais.

Mas não a ponto de jogar fora todo o calendário.

Hoje tem festa na avenida.

Só não reparem o borderô xôxo.

Avante Patativa!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Chã Grande 1x1 Central: os erros de sempre, a confiança de sempre!




Novamente entramos apáticos em campo e demoramos a acordar. O Central repetiu os erros das últimas partidas e aceitou a pressão adversária no início do jogo. Semelhante ao ocorrido na última partida fora de casa, contra o Petrolina, o alvinegro precisou sair atrás no marcador para esboçar alguma reação. Dessa vez o prejuízo foi menor graças ao empate conseguido no segundo tempo. Os lances da partida podem ser vistos no vídeo acima, na reportagem da TV Replay.

O esquema de Ricardo Oliveira com três volantes não surtiu efeito, Fernando Pires e Carlos Lima não só estiveram sonolentos na marcação como atrapalhados na saída de bola. Apesar do problema já ser conhecido, o time demorou a assimilar as péssimas condições do gramado, insistindo em jogadas trabalhadas impossíveis de se concretizar em um pasto horrível como o de Vitória de Santo Antão.

O empate não foi bom para nossas pretensões no estadual, mas está longe de ser o fundo do poço para a Patativa. Diferente do que os pessimistas adoram apregoar aos quatro cantos, estamos muito vivos na disputa de um turno que anda bastante embolado. Com três dias de descanso, nosso próximo compromisso é diante da equipe do Santa Cruz, em Recife. Um palco onde já aprontamos outras vezes e podemos aprontar novamente. 

Com o possível retorno de Tallys e a chegada de novos reforços, é provável que Ricardo Oliveira tenha em mãos peças de mais qualidade para armar o time certo, para entrar em campo esperando o adversário e matar o jogo, como foi feito contra o Náutico nos Aflitos ainda no primeiro turno.

Mais um atacante chegando

A diretoria continua a busca por reforços para o elenco. Com problemas na finalização, a lesão de Johnathan Goiano e a má fase de Jonatha Fumaça, foi preciso ir ao mercado buscar peças para o ataque. Após o anúncio da contratação de André Tavares ontem, hoje foi a vez da diretoria anunciar mais um atacante. André Nunes chega para ser o homem de referência que faltava desde a saída de Luiz Carlos.

O atleta estava no CRAC, de Catalão/GO, e foi dispensado na última segunda. A equipe que subiu para a Série C do Brasileiro em 2012 atualmente é lanterna do Campeonato Goiano com apenas 4 pontos em 9 jogos. Nunes atuou em 5 desses jogos e não marcou nenhum gol.

Em destaque, vídeo com alguns lances do novo atacante alvinegro:


Hora de voltar a vencer

A Patativa entra em campo às 20h desta quarta-feira para encarar a equipe do Chã Grande, pela quarta rodada do segundo turno do Pernambucano 2013. O adversário, estreante no Pernambucano, não reúne condições de jogo em seu estádio e tem mandado suas partidas no estádio Carneirão, em Vitória de Santo Antão. Expectativa de um bom número de alvinegros presentes para incentivar o time.

Em campo estará o destino do Central em jogo. Há duas rodadas sem vencer, a vitória é essencial para trazer de volta a confiança ao torcedor e manter a equipe na briga por uma das quatro vagas nas finais do estadual. Do outro lado, o Chã Grande vem no desespero de quem segura a lanterna, sem nenhuma vitória nos três jogos disputados na fase atual. Portanto, só a vitória interessa para as duas equipes, que buscam reabilitação no campeonato.

Enquanto o Chã Grande repetirá a escalação da última rodada, quando perdeu para o Náutico, o técnico Ricardo Rocha não poderá fazer o mesmo com o Central. Machucado, o zagueiro Gustavo dá lugar a Paulo Vítor, e Carlos Lima deverá compor o meio campo no lugar de Tallys, que segue poupado. A julgar pela escalação alvinegra, é possível prever uma equipe com uma postura menos ofensiva. O que não quer dizer que o Central entrará na retranca hoje.

O castigado gramado do Carneirão vem recebendo, além dos jogos do Chã Grande, as atividades da equipe feminina da Acadêmica Vitória, que disputa a Copa do Brasil feminina. O excesso de trabalho tem prejudicado a qualidade do campo, interferindo no nível das partidas e na forma de jogar das equipes. Entrar com três volantes é uma aposta de Ricardo Rocha para ganhar poder na saída de bola. 

Ciente de que  o gramado não oferece condições para trabalhar bem o toque de bola da equipe, o treinador quer ganhar o meio-campo na forte marcação dos volantes Cléber, Fernando Pires e Carlos Lima, e explorar a subida dos laterais. Pelas dificuldades encontradas em jogar em Vitória de Santo Antão, tem se tornado comum que as equipes trabalhem bastante as jogadas aéreas, justamente onde o calo alvinegro vem apertando.

No apito, Cláudio Mercante será o responsável por conduzir a partida. Nos dois últimos campeonatos, o árbitro foi suspenso pela FPF por marcações equivocadas, chegando a ser ameaçado de morte por torcedores em 2011. As reclamações contra o árbitro vão além da sua atuação nos gramados pernambucanos, sendo comuns críticas em partidas arbitradas por Mercante no Campeonato Brasileiro. Que não seja mais uma dificuldade que o Central tenha que enfrentar hoje.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

PE 2013 Segundo turno: quem pode surpreender

Nas partidas em que a Patativa enfrenta as demais equipes interioranas em Caruaru, é notável a vontade a mais que os adversários impõem no Lacerdão. Todos querem se destacar e chamar a atenção no nosso gramado. Por isso, é comum que a imprensa encha a bola de alguns atletas e, consequentemente, estes  venham a vestir nossa camisa posteriormente. 

Como se sabe, a maioria chega aqui e treme. Acostumados aos campos de peladas com públicos na casa das centenas, acabam sentindo jogar no Lacerdão repleto de alvinegros colocando uma pressão fora do comum na equipe. É quando percebemos que o futebol vistoso que o trouxe até aqui não existe. 

Nesse primeiro turno, alguns já mostraram certo valor. Nem todos, porém, com condições de vestir a camisa alvinegra. O Blog faz uma análise de quem realmente vale a pena observar nesse segundo turno entre os outros oito times do interior. Com a vaga na Série D chegando, precisaremos de um grupo forte no segundo semestre e não custa garimpar o que há de bom por aqui.

Meia Yannick é o grande
destaque do Belo Jardim
Belo Jardim: o calango do agreste solidificou seu terceiro lugar no primeiro turno na força da defesa. Ao lado da Patativa, foi a melhor da campeonato tomando apenas seis gols. O setor defensivo merece atenção por conta dos eficientes Eduardo Erê e Alenílson, além do bom e velho Júnior Maranhão. Na frente, o jogador a ser observado com atenção nesse segundo turno é o camisa 10 Yannick, de 24 anos. Formado na base do Corinthians/SP, teve passagens por Sporting (POR), Juventude e Grêmio Barueri. Além da técnica, tem ótimo preparo físico. Seu contrato com o Belo Jardim vai até dezembro. O atacante André Recife foi um dos vice artilheiros do turno com 3 gols e também merece destaque.

Chã Grande: estreante no Pernambucano, não vem com grandes revelações para o campeonato. Aposta em figuras carimbadas como Bia, Marcos Mendes, Jaíldo e o goleiro Davi. Destaque para os laterais Celso e Jaime. Celso já vestiu a camisa da Patativa, estreou pelo Chã na sétima rodada do primeiro turno, justamente aqui no Lacerdão, e nos mostrou que ainda tem qualidade. Jaime é veloz e sobe bem ao ataque, foi revelado na base do Náutico, rodou por vários clubes do interior do Nordeste e esteve na boa campanha do Ypiranga no ano passado. O clube se reforçou com o atacante Cláudio, que veio do futebol paraibano, porém não se trata do mesmo que vestiu o manto alvinegro.

Jonathan Baloteli: jogador é mais
folclórico do que bom atacante
Pesqueira: também vem com nomes conhecidos que já passaram pelo gramado do Lacerdão, além do técnico Humberto Santos que foi zagueiro da Patativa, conta com o zagueiro Stanley, o meia Laércio e o atacante Théo. Na segunda rodada do primeiro turno, o atacante Jonathan Baloteli foi o destaque do time que enfrentou o Central e chamou a atenção da imprensa. Com muito ciscado, bola na rede que é bom ninguém viu. O jogador passou em branco no primeiro turno e parece mais um típico caso de jogador que só engana nos pequenos.

Porto: o modesto clube de empresário de Caruaru vai de mal a pior. Aposta nos nomes de sempre como Vágner Rosa e Joélson. No primeiro turno, a equipe fez apenas um mísero gol, justamente com Joélson, jogador de qualidade já conhecida. No mais, o único que merece atenção especial é o rápido meia Jefferson Renan.

Hugo nos tempo de Santa
Cruz: vale a pena observar
o zagueiro do Ypiranga
Ypiranga: com dificuldades financeiras, fez modestas contratações para a temporada. Chegou a anunciar o atacante Neto Alagoano durante a semana, mas tomou um balão do jogador, que foi para o Comercial de Alagoas. Entre os destaques da equipe, merece atenção o zagueiro Hugo. Revelado no Santa Cruz e com passagens pelo futebol paulista e pelo Vasco, 24 anos, canhoto, é dono de um técnica excelente para um zagueiro e chegou as ser chamado de novo Ricardo Rocha quando surgiu em 2006. O contrato do atleta termina em maio.

Petrolina: dificilmente escapa do rebaixamento e já é dado como morto por muitos. Inclusive seu próprio torcedor. Apenas 410 torcedores foram ao estádio Paulo Coelho na última rodada do primeiro turno, quando a equipe perdeu para o Chã Grande. Também enfrentando sérios problemas financeiros, montou uma equipe basicamente com jovens da região. O meia Allan é o principal jogador, mas é muito difícil que algum jogador se destaque a ponto de ter condições de vestir uma camisa maior.

Salgueiro: o time já é conhecido pela base que vem mantendo nas últimas temporadas. A equipe se sustenta em seu setor de meio-campo, com os eficientes Moreilândia e Vítor Caicó na contenção e o rápido Clébson, que foi revelado na Patativa, na armação. O zagueiro Ricardo Brás, mau caráter que chegou a acertar com o Central na pré-temporada, também vem atuando bem pelo clube da modesta e simpática Salgueiro.

Otacílio esteve no time do Ypiranga
que surpreendeu ano passado. Jogador
se destaca pelo forte chute.
Serra Talhada: a equipe começou bem o primeiro turno, mas depois oscilou e não conseguiu acompanhar os líderes. O ritmo é dado pela dupla de meias, formada por Kássio, 24 anos, revelado no Sport, e Otacílio, 29 anos, revelado no Santa Cruz. Kássio esteve no grupo do Sport que foi campeão da Copa do Brasil em 2008. Otacílio foi revelado em 2003 e participou do Santa Cruz que foi campeão Pernambucano em 2005 e que conseguiu o acesso para a Série A. Juntos fizeram 5 gols no primeiro turno. O contrato dos dois atletas vai até maio.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Central 2 x 1 Chã Grande: vitória à sertaneja

A quarta-feira de cinzas trouxe um novo ritmo para o Lacerdão. A Patativa conseguiu mais uma vitória nesta quarta (13), mas não poupou o torcedor centralino da mística do sofrimento. Passada a frevança do período momesco, a moda na Capital do Forró caminha para ser o sertanejo. E para ditar o ritmo goiano, nada melhor que uma estrela da terra: Jonathan Goiano é o cara. Rápido, habilidoso, matador e oportunista, o jogador tornou-se a referência da equipe lá na frente e conquistou o torcedor patativa. Diante do Chã Grande pela sétima rodada, mais uma vez Jonathan chamou a responsabilidade no segundo tempo e, em cobrança de penalidade, definiu o placar da partida, semelhante ao que havia feito na rodada anterior contra o Petrolina. Antes disso, foi dele a jogada do primeiro gol, marcado por Tallys, de cabeça, ainda no primeiro tempo. Para consagrar o ritmo dado pelo jogador, os dois gols centralinos tiveram direito a dança na comemoração.

Mas nem só de estrelas decolando na carreira vive a música sertaneja. Entre um gol e outro, a peleja centralina foi cantada pela fraca dupla Carlos e Fernando, direto do inferno para todo Brasil. O show da dupla, de muito mau gosto, desagradou a todos os cerca de 5.600 alvinegros presentes no Lacerdão. Enquanto Carlos Lima matava o torcedor do coração jogando um futebol burocrático e protagonizando dribles desnecessários no campo de defesa, Fernando Pires cumpria seu papel de torcedor de luxo. É o cara que não paga ingresso e ainda assiste o jogo de dentro do campo. O Central já havia aberto o marcador com Tallys quando, em bola parada da equipe do Chã Grande, Pires cochilou e deixou Bia sozinho para empatar após rebote de Rodrigão, que fez bela defesa à queima roupa no primeiro lance, mas nada pode fazer no segundo. 

Como em um golpe de sorte do destino, Fernando Pires teria, minutos depois, a chance de se redimir da falha no gol de empate da equipe chãgrandense. Em rápido contra-ataque centralino, Júlio César recebeu belo passe pela esquerda e cruzou à meia altura para Fernando Pires livre, que ao invés de marcar o gol cantou o melô do impossível, do inacreditável. Com o gol escancarado, espaço para dominar a bola e tempo suficiente para decidir entre fuzilar o gol de Davi ou colocar no canto, Fernando escorou a bola vagarosamente pra fora, num lance difícil até de explicar. Um gol tão feito que o bandeirinha saiu correndo, confirmando o tento. O enganador Fernando Pires conseguiu enganar até o bandeira.

No intervalo, ainda houve espaço para Carlos Lima chamar um torcedor pra briga e Fernando Pires sair fazendo gestos obscenos para quem o chamava de cachaceiro preguiçoso, que, por sinal, foi este blogueiro que vos escreve. Na segunda etapa, a dupla continuou a desafinar o ritmo que a equipe impunha e preocupou a torcida, mais ainda pela inoperância de Ricardo Oliveira em insistir com os dois em campo. O segundo tempo teve ainda a entrada de Zulu e a estréia de Fabiano, que pouco tempo jogou e não pode ser bem avaliado.

Para a sorte do torcedor, a má atuação dos volantes não comprometeu o desempenho de uma equipe que entrou muito organizada taticamente e jogou por música. No capricho dos atacantes alvinegros, a equipe cansou de perder gols, enquanto que a defesa ganhou quase todas as disputas de bola e suportou bem a pressão pela falta de cobertura dos cabeças de área. Uma vitória apertada, suada, disputada até o último mínuto, com cara de Central. E assim a Patativa retorna à vice-liderança, graças, também, ao bom resultado da equipe do Pesqueira contra o Serra Talhada, que ajudou o alvinegro. A liderança continua com o Náutico, nosso adversário no próximo sábado, em Recife, na partida que deve encaminhar o vencedor do turno. A esperança do torcedor alvinegro é de que Jonathan Goiano mais uma vez tire a viola do saco e coloque o líder para dançar. 


NOTAS

Luiz Carlos: Não deu para entender a saída do centro-avante ainda aos quinze minutos da primeira etapa. A bola pouco havia chegado ao jogador, que vinha fazendo bem a função de pivô mas foi sacado para a entrada do meia Jorge Luiz, retornando a equipe ao 4-4-2. O Imperador saiu insatisfeito e com razão. Se é para entrar e sair com quinze minutos de jogo, melhor não ser relacionado.

Arbitragem: A dona Déborah Cecília é ruim que dói! Fraca tecnicamente, com gestos e mais gestos e um excesso de autoridade completamente artificial, a árbitra mostrou-se completamente despreparada, chegando a ponto de empurrar os atletas das duas equipes que chegaram a se estranhar no decorrer do segundo tempo. Apitava o que só ela via e passava batido no que era notório. Foi um capítulo a parte, mas que, milagrosamente, não comprometeu a partida.

Cléber: O volante acompanhou a partida das sociais e está inteiro para entrar em campo no sábado. Depois das atuações folclóricas de Carlos Lima e Fernando Pires, não é mistério para ninguém que uma das vagas na equipe que enfrentará o Náutico nos Aflitos é dele.

Hudson Pimenta: Vem chamando a atenção de quem fica pelo bar das sociais durante os jogos. O atacante, que foi integrado ao grupo e se recupera de lesão desde a temporada passada, cola na chapa de espetinho no intervalo e de lá não sai. Já há um bolão para saber quem acerta quantos quilos de carne o atacante terá consumido ao final do campeonato.


Reportagem e gols da partida pela TV Replay com Edvaldo Magalhães:




Resumo da rodada:


terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ricardo Oliveira muda esquema e Central vai pra cima do Chã Grande com três atacantes

Na tarde desta terça-feira o técnico Ricardo Oliveira comandou coletivo apronto no Lacerdão, visando a partida diante do Chã Grande nesta quarta (13) pela sétima rodada do Pernambucano Coca-Cola 2013. A equipe titular, que já estava definida desde o treino de ontem, foi confirmada com a atividade de hoje e vai a campo com algumas modificações em relação ao time que venceu o Petrolina na última rodada.

A primeira mudança será no esquema tático, que passará para o 4-3-3, já que Ricardo Oliveira não poderá contar com Luiz Fernando no setor de meio-campo. O meia, que sofre de miopia e astigmatismo, precisou passar por um tratamento de visão e será poupado para o confronto desta quarta, mas estará a disposição para encarar o Náutico no fim de semana. Outro poupado será o volante Cléber, que vem sentindo um desconforto muscular desde a última semana e ficará livre para se recuperar visando o próximo compromisso, que deverá selar a campanha da equipe Centralina no turno. Por fim, o zagueiro Paulo Vítor está suspenso pelo terceiro amarelo e será substituído por Ítalo, que retorna ao time titular.

No mais, a equipe forma com os mesmos atletas que iniciaram a partida contra o Petrolina e vai a campo com: Rodrigão, Tiago Araújo, Gustavo, Ítalo e Júlio César; Carlos Lima, Fernando Pires e Tallys; Fumaça, Jonathan Goiano e Luiz Carlos.