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sábado, 11 de maio de 2013

Central é uma mãe para o Pesqueira no encerramento do Pernambucano

Os atletas alvinegros resolveram homenagear as mães antecipadamente neste sábado. Dando a maior moleza ao Pesqueira, a Patativa foi humilhada com uma derrota por seis tentos a um. Mesmo com o objetivo da classificação à Série D já alcançado, a derrota mancha o desempenho da equipe no estadual, já que significa uma das maiores goleadas sofridas na história do clube.

Sem conseguir impor motivação ao grupo centralino, o técnico Leivinha optou por um 4-4-2, com a novidade do atleta Júlio César voltando a jogar, desta vez na meia-esquerda. Na frente, Andrezinho e Roger se esforçaram para produzir algo, em uma equipe sem qualquer disciplina tática e com uma defesa sonolenta.

Como previsto, o time alvinegro não demonstrou o mínimo interesse pelo jogo e sequer a oportunidade de alguns atletas demonstrarem valor para permanecer no grupo da Série D foi suficiente para tirar um bom futebol da equipe. Em contrapartida, a equipe pesqueirense parecia motivada a apresentar qualidade e quem sabe despertar o interesse de alguma equipe para o segundo semestre, até mesmo do próprio Central.

O Pernambucano termina para o Central de forma melancólica, não pela derrota, mas pela forma trágica como a equipe se comportou e pelo placar vergonhoso. De certo, foi o golpe de misericórdia para determinar que alguns jogadores estão abaixo do valor da camisa centralina. Resta saber se a direção terá a mesma leitura da partida ou considerará mero acidente de percurso.

Confira os melhores momentos da partida na pauta de jogo da TV Replay:

Central entra em campo apenas para fazer número

A última rodada do Octogonal do Pernambucano 2013 não despertará interesse na maioria dos clubes. A bola rola hoje à tarde para o encerramento da fase que deu a classificação para a Série D ao Central e que decretará o rebaixamento de mais um clube, Porto ou Petrolina, fazendo companhia ao Belo Jardim na Série A2 de 2014.

Embora já tenha o título simbólico do octogonal assegurado, a Patativa entra em campo pensando em conseguir mais uma vitória e terminar a competição com um belo aproveitamento na fase final. A partida contra o Pesqueira será em Santa Cruz do Capibaribe, e o técnico Leivinha aproveitará para fazer testes.

Na defesa, o jovem Eudes, destaque do Sub-20, entrará na vaga do capitão Ítalo. Outro jovem promovido ao time titular será o atacante Roger, que fará dupla com Andrezinho. As demais mudanças são no setor de meio-campo, com as saídas de Tallys e Luiz Fernando para as entradas de Douglas Amaral e Jorge Luiz.

Tallys e Luiz Fernando fazem parte do grupo de atletas alvinegros que já foi liberado. Realidade comum na maioria dos clubes, a rodada deverá contar com diversos "mistões", com a óbvia exceção de Petrolina e Porto, que ainda possuem objetivos neste octogonal. O Petrolina, inclusive, deverá enviar um bicho de R$ 30 mil para que o Chã Grande vença a equipe do Porto.

Já pensando no planjemento para a Série D, algumas especulações sobre renovações e contratações começam a surgir no Lacerdão. Liberados, Tallys e Luiz Fernando dificilmente retornam para o Brasileiro. Com receitas menores no segundo semestre e um mês de inatividade devido a Copa das Confederações, montar uma equipe no mesmo padrão do grupo do estadual será um desafio.

Enquanto a equipe entra em campo hoje buscando aumentar seu aproveitamento, a comissão técnica já trabalha visando reforços. Em poucos dias, alguns destaques do demais clubes do campeonato podem ser anunciados. O técnico Leivinha, o auxiliar Lima e o preparador Sérgio Leonardo devem comandar a montagem do grupo. 

A Patativa tem estreia na Série D marcada para o dia 2 de Junho, contra o Guarany de Sobral, em Caruaru. Na segunda rodada, o Central folgará, voltando a jogar na terceira rodada, que ocorrerá apenas após a Copa das Confederações. Porém, a tabela tende a sofrer alterações. Com orçamentos apertados, os clubes, com apoio das federações, solicitaram à CBF que a Série D tenha início somente em Julho. A mudança daria ao período de pausa o aspecto de pré-temporada. A CBF deverá se pronunciar nos próximos dias.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Pesqueira 3x2 Central: Era uma vez na Suíça...

Por questões recorrentes, haveria de ser Garanhuns, a Suíça Pernambucana, o palco de uma peleja de desesperados. Dois povos em luta: azuis contra alvinegros. Ambos na busca por se livrar de um inferno cada vez mais próximo. O povo azul era jovem, humilde e tentava mostrar que não tinha a fraqueza típica dos inexperientes. Os alvinegros, tradicionais, já foram mais fortes. Agora mais pareciam um terra arrasada e sem lei.

Era a chamada semana santa. Os azuis, da terra do pescado, mostrariam que de fato a semana estava para peixe. Os alvinegros, da terra dos pássaros, tentavam reconquistar a hegemonia perdida na desbravura de terras pelos interiores.

Mesmo na adversidade, os dois povos demonstravam uma característica semelhante: a força de vontade. Quando tudo parecia querer mostrar o contrário, ainda acreditavam no sucesso, ainda almejavam estar entre os melhores. Porém, mais do que acreditar, seria preciso fazer por onde. 

Não havia palco de nome mais sugestivo aos alvinegros do que o Gigante do Agreste. Tentando recuperar o prestígio de outrora, até começaram o combate de forma mais incisiva, buscaram através do ataque pelos flancos a estratégia ideal para vencer o adversário. Mas nem sempre começar vencendo a batalha é garantia de vencer a guerra.

Os azuis tinham um atrapalhado guerreiro de nome estranho pronto para se aproveitar das falhas alvinegras. Em uma daquelas situações em que os louros da vitória acabam caindo no colo de alguém de forma inesperada. Assim são feitos os heróis de batalha.

Pelo lado alvinegro, não havia heróis. Mais abatido a cada combate, o tradicional exército deixava seu povo cabisbaixo e desacreditado. A falta de comando se intensificava a cada dia e começava a faltar tudo onde há pouco tempo havia fartura. Parecia ser essa a grande diferença dos alvinegros para os povos vizinhos.

Estar atrás de todos não é algo que se consegue por acaso. É preciso empenho até na arte de ser derrotado. Inexplicavelmente, o comandante da nau alvinegra assistia tranquilo sua embarcação afundar. A cada semana, mais guerreiros abandonavam o barco em busca de dias melhores em outras freguesias. Há quem diga até que faltavam mantimentos para os alvinegros.

Se observarmos bem, alguns fracassos dispensam explicações, seus fatos falam por si somente. A boca maldita conta essa história como uma tragédia anunciada. Aos pedaços, naquela situação ainda havia escapatória para os alvinegros. Alguns dizem que se recuperaram, outros dizem que foi o início de tempos sombrios para aquele povo. Este é apenas um capítulo em meio a toda a história. Qualquer dia trago o final deste conto para vocês.

Algumas testemunhas presenciaram o embate aqui descrito, ocorrido em época desconhecida. Afirmam ter acontecido no mesmo ano em que o imperador Sijonaldo XII foi até os Alpes em busca de cultura para o seu povo. Qualquer semelhança com fatos dos dias atuais, não passa de mera coincidência.

A propósito, ontem o Central enfrentou o Pesqueira pelo Campeonato Pernambucano e perdeu. Na sequência, a reportagem da TV Replay com os melhores, ou piores, lances da partida:

sábado, 23 de fevereiro de 2013

PE 2013 Segundo turno: quem pode surpreender

Nas partidas em que a Patativa enfrenta as demais equipes interioranas em Caruaru, é notável a vontade a mais que os adversários impõem no Lacerdão. Todos querem se destacar e chamar a atenção no nosso gramado. Por isso, é comum que a imprensa encha a bola de alguns atletas e, consequentemente, estes  venham a vestir nossa camisa posteriormente. 

Como se sabe, a maioria chega aqui e treme. Acostumados aos campos de peladas com públicos na casa das centenas, acabam sentindo jogar no Lacerdão repleto de alvinegros colocando uma pressão fora do comum na equipe. É quando percebemos que o futebol vistoso que o trouxe até aqui não existe. 

Nesse primeiro turno, alguns já mostraram certo valor. Nem todos, porém, com condições de vestir a camisa alvinegra. O Blog faz uma análise de quem realmente vale a pena observar nesse segundo turno entre os outros oito times do interior. Com a vaga na Série D chegando, precisaremos de um grupo forte no segundo semestre e não custa garimpar o que há de bom por aqui.

Meia Yannick é o grande
destaque do Belo Jardim
Belo Jardim: o calango do agreste solidificou seu terceiro lugar no primeiro turno na força da defesa. Ao lado da Patativa, foi a melhor da campeonato tomando apenas seis gols. O setor defensivo merece atenção por conta dos eficientes Eduardo Erê e Alenílson, além do bom e velho Júnior Maranhão. Na frente, o jogador a ser observado com atenção nesse segundo turno é o camisa 10 Yannick, de 24 anos. Formado na base do Corinthians/SP, teve passagens por Sporting (POR), Juventude e Grêmio Barueri. Além da técnica, tem ótimo preparo físico. Seu contrato com o Belo Jardim vai até dezembro. O atacante André Recife foi um dos vice artilheiros do turno com 3 gols e também merece destaque.

Chã Grande: estreante no Pernambucano, não vem com grandes revelações para o campeonato. Aposta em figuras carimbadas como Bia, Marcos Mendes, Jaíldo e o goleiro Davi. Destaque para os laterais Celso e Jaime. Celso já vestiu a camisa da Patativa, estreou pelo Chã na sétima rodada do primeiro turno, justamente aqui no Lacerdão, e nos mostrou que ainda tem qualidade. Jaime é veloz e sobe bem ao ataque, foi revelado na base do Náutico, rodou por vários clubes do interior do Nordeste e esteve na boa campanha do Ypiranga no ano passado. O clube se reforçou com o atacante Cláudio, que veio do futebol paraibano, porém não se trata do mesmo que vestiu o manto alvinegro.

Jonathan Baloteli: jogador é mais
folclórico do que bom atacante
Pesqueira: também vem com nomes conhecidos que já passaram pelo gramado do Lacerdão, além do técnico Humberto Santos que foi zagueiro da Patativa, conta com o zagueiro Stanley, o meia Laércio e o atacante Théo. Na segunda rodada do primeiro turno, o atacante Jonathan Baloteli foi o destaque do time que enfrentou o Central e chamou a atenção da imprensa. Com muito ciscado, bola na rede que é bom ninguém viu. O jogador passou em branco no primeiro turno e parece mais um típico caso de jogador que só engana nos pequenos.

Porto: o modesto clube de empresário de Caruaru vai de mal a pior. Aposta nos nomes de sempre como Vágner Rosa e Joélson. No primeiro turno, a equipe fez apenas um mísero gol, justamente com Joélson, jogador de qualidade já conhecida. No mais, o único que merece atenção especial é o rápido meia Jefferson Renan.

Hugo nos tempo de Santa
Cruz: vale a pena observar
o zagueiro do Ypiranga
Ypiranga: com dificuldades financeiras, fez modestas contratações para a temporada. Chegou a anunciar o atacante Neto Alagoano durante a semana, mas tomou um balão do jogador, que foi para o Comercial de Alagoas. Entre os destaques da equipe, merece atenção o zagueiro Hugo. Revelado no Santa Cruz e com passagens pelo futebol paulista e pelo Vasco, 24 anos, canhoto, é dono de um técnica excelente para um zagueiro e chegou as ser chamado de novo Ricardo Rocha quando surgiu em 2006. O contrato do atleta termina em maio.

Petrolina: dificilmente escapa do rebaixamento e já é dado como morto por muitos. Inclusive seu próprio torcedor. Apenas 410 torcedores foram ao estádio Paulo Coelho na última rodada do primeiro turno, quando a equipe perdeu para o Chã Grande. Também enfrentando sérios problemas financeiros, montou uma equipe basicamente com jovens da região. O meia Allan é o principal jogador, mas é muito difícil que algum jogador se destaque a ponto de ter condições de vestir uma camisa maior.

Salgueiro: o time já é conhecido pela base que vem mantendo nas últimas temporadas. A equipe se sustenta em seu setor de meio-campo, com os eficientes Moreilândia e Vítor Caicó na contenção e o rápido Clébson, que foi revelado na Patativa, na armação. O zagueiro Ricardo Brás, mau caráter que chegou a acertar com o Central na pré-temporada, também vem atuando bem pelo clube da modesta e simpática Salgueiro.

Otacílio esteve no time do Ypiranga
que surpreendeu ano passado. Jogador
se destaca pelo forte chute.
Serra Talhada: a equipe começou bem o primeiro turno, mas depois oscilou e não conseguiu acompanhar os líderes. O ritmo é dado pela dupla de meias, formada por Kássio, 24 anos, revelado no Sport, e Otacílio, 29 anos, revelado no Santa Cruz. Kássio esteve no grupo do Sport que foi campeão da Copa do Brasil em 2008. Otacílio foi revelado em 2003 e participou do Santa Cruz que foi campeão Pernambucano em 2005 e que conseguiu o acesso para a Série A. Juntos fizeram 5 gols no primeiro turno. O contrato dos dois atletas vai até maio.


quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Central 1x0 Pesqueira: Patativa voando cada vez mais alto!

Eram 29 minutos do primeiro tempo quando a bola foi alçada à área do Pesqueira. Após bate rebate, o zagueiro Gustavo tocou para o gol e levantou os 7.401 torcedores presentes no Monumental da Avenida. Estava feita a festa alvinegra!

Em uma partida onde a Patativa tinha tudo para emplacar outra grande vitória, as circunstâncias fizeram o placar mínimo valer muito para o Central. A saída do lateral esquerdo Paulo Vítor, contundido, no final do primeiro tempo e a entrada do lateral direito Romero no lugar do meia Luiz Fernando, por desgaste físico, no intervalo, fizeram com que as laterais fossem motivo de tormento para o torcedor alvinegro na segunda etapa de jogo. Sem Paulo Vítor, o setor esquerdo ficou bastante exposto, enquanto que Romero entrou perdido na direita. A vulnerabilidade das alas fez com que o Pesqueira, com pouca produtividade pelo meio, apostasse em investidas em velocidade pelas pontas, porém a defesa centralina contou com a falta de pontaria dos atacantes da Águia para garantir o 1x0 até o final da partida, onde nosso goleiro Rodrigão trabalhou bem nos poucos momentos em que foi exigido de fato.

Pelo lado alvinegro, tudo o que se criou no segundo tempo foi frustrado pela confusa arbitragem de Emerson Sobral e seus assistentes. Com muitas inversões de falta e marcações de impedimento duvidosas, o ataque da Patativa sofreu para concluir as jogadas visando a meta de Geday. A cereja do bolo de Sobral ainda viria no final, com a expulsão injusta do técnico Marcelo Rocha. Foi uma pequena mostra do que deve acontecer constantemente nesse Pernambucano: arbitragens abaixo da média.

O momento é crítico para o apito pernambucano. Com opções tecnicamente fracas, em 2012 a Federação teve que buscar Sandro Meira Ricci no Distrito Federal para integrá-lo ao nosso quadro de árbitros. O tampão funcionou para as finais do estadual, mas já na segunda rodada do certame atual, fica evidenciada a necessidade de mudanças realmente significativas na arbitragem de Pernambuco.

Se por um lado alguns torcedores gostariam de ver mais, com atuações mais abrilhantadas de Luiz Carlos, Fumaça e Tallys, por outro sai satisfeito com mais três pontos na tabela. Vencer pelo placar mínimo feito ainda na primeira etapa não é novidade para o Alvinegro e pode remeter ao bom início de campeonato de 2011. Na ocasião, o Central de Maurício Simões imprimia um ritmo forte já no início dos jogos, liquidando a fatura na primeira etapa e administrando as contas na segunda. Ao final daquele campeonato, o bom início de nada valeu para o sucesso da temporada centralina. Porém, com o regulamento atual, começar bem em um campeonato onde a maioria das equipes ainda busca a formação ideal é de crucial importância para garantir cofres mais polpudos e maior atenção da mídia com a conquista da vaga para a Copa do Brasil da próxima temporada.

Melhores momentos da partida:

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Vale mais que uma nota

A Patativa volta a campo logo mais, por volta das vinte horas, em partida válida pela segunda rodada do Pernambucano 2013. O adversário é o Pesqueira, que também busca sua segunda vitória. Quem vencer, permanecerá na liderança e poderá engatar uma sequência importante para as pretensões de vaga na Copa do Brasil. Falando assim parece exagero, já que a disputa acabou de começar. Veja então por outro ângulo: quem vencer o duelo hoje a noite no Lacerdão, terá jogado um quarto do campeonato e contará com um aproveitamento de 100%. Os números se tornam mais impactantes, não? Apesar disso, a partida deverá ser apenas coadjuvante nesta noite de quarta-feira.

Quem acessar qualquer portal esportivo ou ler os artigos futebolísticos dos nossos jornais hoje, verá pouco sobre o Campeonato Pernambucano. Nas principais manchetes, a estréia do Náutico, na segunda rodada, mas tratada apenas como estréia. E com o time de juvenis. Aos menos informados, dará a impressão de que o campeonato começa hoje. Nas demais matérias de destaque, apenas a Copa do Nordeste. A importância da competição para nossa região é inegável, mas não a ponto de darmos um tiro no próprio pé desprezando nosso estadual. Amanhã o Nordestão pode voltar a ser mera página na história e nós ficamos com a herança de um estadual morno e desvalorizado, criada pelo próprio despeito da imprensa da capital.

No Diário de Pernambuco de hoje, a equipe de esportes deu as caras e mostrou como é que se faz jornalismo de verdade. O espaço destinado ao Campeonato Pernambucano é menor que o destinado à publicidade. E publicidade do próprio jornal, diga-se. O duelo em Caruaru que poderá valer a liderança momentânea do primeiro turno, então, mereceu apenas uma pequena nota, menor, por exemplo, que a foto de Kaká presente na matéria sobre a convocação de Luís Felipe Scolari ontem. E olha que a fase anda tão instável pro nosso craque que ele sequer foi convocado. Entre no portal do SuperEsportes e você terá trabalho em encontrar algo sobre as outras sete equipes, além do Náutico, que entram em campo hoje pela segunda rodada do estadual. Mas não se preocupe, se você quiser saber como foram os primeiros dias do novo presidente do Palmeiras no comando do clube, você encontrará uma matéria tratando do assunto. Como se alguém se importasse com isso.

Sobre o Central que brigará pela liderança hoje, o malfadado jornal se limita a dizer que "O atacante Fumaça, um dos artilheiros da competição, com dois gols, promete dar o seu melhor". Parece piada, mas tem gente recebendo pra escrever esse tipo de obviedade. Uma mísera nota sobre uma partida que pode valer o turno para as equipes. 

Mas se você é um incansável torcedor, a duras penas deve ter conseguido garimpar informações e saber que hoje a Patativa vai a campo com poucas alterações em relação ao time que goleou o Porto. Carlos Lima, lesionado, dará lugar a Erick, que já o havia substituído muito bem no intervalo no domingo, enquanto que Juninho deixará a jaqueta de número um para Rodrigão. O motivo da substituição não é físico, técnico ou pessoal, apenas invencionice da cabeça de Marcelo Rocha, que adotou um sistema de rodízio de goleiros. Aos torcedores alvinegros, cabe esperar que nesse rodízio não sirva frango. Já que de ave a gente entende e o cardápio da Patativa no domingo contou com um Gavião fácil de ser digerido, o abate da Águia pesqueirense hoje não deve ser tarefa das mais complicadas.

Avante Patativa!